Within-Person Physiologic State Transitions in Burnout-Like Functional Collapse Across Autistic and High-Ability Phenotypes: A Retrospective Longitudinal Case Series
Hauck S. · Terra de Oliveira L.
Medicina e psicologia juntas para devolver a fisiologia e a ancoragem no real ao centro da conversa. Espaço autoral, de base científica, aberto a quem quiser experimentar — pessoas, profissionais e equipes.
Seis perguntas do Copenhagen Burnout Inventory (CBI), lidas com Teoria de Resposta ao Item (TRI) e Análise de Classes Latentes (LCA). Serve para você olhar o próprio padrão de cansaço e pensar o que ajuda — é ferramenta de reflexão, não avaliação diagnóstica.
Luz, movimento, sono e comida na hora ancoram o relógio interno e seguram o custo metabólico do cérebro. Marque o que já aconteceu hoje — a marcação fica só neste aparelho.
Exposição de 10-15 min à luz solar matinal sem óculos escuros para regular o ciclo circadiano.
Pelo menos 10-20 minutos de caminhada ativa ou atividade física regular.
Comida de verdade e água ao longo do dia, com menos ultraprocessado.
Práticas de pausa digital e respiração consciente diafragmática durante o dia.
Tempo presencial com gente de quem se gosta, contemplação, ou contato com a natureza.
Marque acima o que já aconteceu hoje. A barra é só um espelho do dia — não é nota.
Os hábitos marcados e os resultados do termômetro ficam guardados só neste navegador, neste aparelho. Não há conta, não há login, e nada é enviado a ninguém — nem a nós. Trocar de aparelho ou limpar os dados do navegador apaga o histórico.
Como informação científica vira ferramenta que se usa no dia.
A fisiologia básica primeiro: sono, luz, comida e movimento sustentam qualquer regulação emocional que se pretenda durável.
Organizar a vida com o modelo "Ilhas, Desertos e Pontes": ver onde está a demanda, onde está o custo e por onde dá para atravessar.
Levar ferramentas científicas densas a profissionais e equipes em linguagem que se usa — com o trabalho e a saúde de quem trabalha no mesmo plano.
Um jeito prático de olhar o próprio estado com o método "Ilhas, Desertos e Pontes".
Cada pessoa percebe, processa e sustenta o próprio equilíbrio biológico de um jeito — e esse jeito emerge da arquitetura de base do Sistema Nervoso Central. No modelo HPCPh esse mapa aparece em três figuras: Ilhas (áreas de excitabilidade e capacidade, onde o processamento acende), Desertos (as áreas de custo, onde integrar sai caro) e Pontes (o caminho que liga uma coisa à outra). Olhar para o próprio mapa ajuda a perceber qual meio favorece sua expressão e o que drena energia — desencontros prolongados entre fenótipo e ambiente cobram caro, às vezes na forma de esgotamento. Aqui isso é ferramenta de reflexão, não avaliação nem diagnóstico: serve para pensar o próprio funcionamento e ajustar o meio, de modo que a base biológica dê conta de sustentar a Ferrari. Luz, sono, alimentação e movimento você acompanha no Portal de Cuidado.
Para brincar com o mapa: toque numa Ilha e depois num Deserto para abrir uma Ponte de talento. Ou toque no 🌱 Contexto, que fica fora do contorno tracejado, e depois num Deserto — esse é o ajuste de ambiente, a ponte de maior efeito nas duas barrinhas. Tocar numa ponte já aberta fecha ela.
Uma regra só: Não se força contra o Deserto. A leitura completa está no rodapé.
No computador dá para usar Tab e Enter nos nós. No celular é só tocar. Tocar numa ponte já aberta fecha ela.
Pontes são o uso estratégico das áreas de talento e fluxo para criar caminhos que mitigam prejuízos que possam ser causados pelos desertos. Não se força contra os desertos — construímos pontes com os talentos e ajustamos o ambiente/contexto.
Esse nó fica fora da membrana tracejada de propósito: ele não é parte do mapa da pessoa, é o meio em que ela vive. A ponte que sai dali chega direto num Deserto — ajustar o contexto tira efeito do deserto sem gastar a pessoa. É a ponte de maior efeito nas duas barrinhas. O arranjo mais forte junta as duas coisas: talento sustentando e ambiente ajustado.
Ferramenta de reflexão sobre funcionamento. Não é avaliação, não é diagnóstico e não substitui consulta.
O modelo está descrito com calma no site — de onde veio, o que cada figura quer dizer e como ele conversa com a fisiologia. O joguinho acima é a versão de brincar; o texto é a versão de estudar.
🌐 hauckterra.comA tradução do real através de múltiplos vértices.
Loops curtos gerados a partir de Deus Joga Dados. Não são dados nem simulação: são imagens para pensar junto — cada uma pega uma ideia do modelo IDP/HPCPh (onda e partícula, acoplamento, carga alostática, volume transmission) e deixa ela se mexer.
A fenda dupla: sem observação, a onda guarda todas as fases ao mesmo tempo. A Ponte entra no papel do observador — não inventa o estado, traz ele para um lugar definido. Serve para pensar acoplamento: o disperso encontrando forma.
O olho se desfazendo em partículas de ouro. É mais ou menos assim, por dentro, quando o filtro sensorial perde o fio sob fadiga prolongada: a imagem continua chegando, mas já não se organiza. Imagem, não medida.
Rede girando em torno do próprio eixo. Serve para imaginar o espaço intersticial: com a matriz extracelular mais permissiva, o sinal viaja por volume — difuso, largo, caro — em vez de ir ponto a ponto pela fiação.
O gato no prisma, nem uma coisa nem outra até que se abra a caixa. É a encruzilhada de decidir cansado — quando as duas saídas ainda coexistem e a escolha custa mais do que custaria descansado.
A águia vê de cima e depois mergulha no detalhe — as duas coisas, na mesma tarde. É a função executiva quando sobra energia: dá para olhar a demanda inteira e escolher onde pousar.
O chão se abre e alguma coisa sai voando. Reorganização de fundo: quando manter tudo como estava passa a custar mais do que mudar, o sistema se reacomoda em outro arranjo.
Os elementos voltando para o lugar. Imagem do ferro liberado de novo para o metabolismo depois de um período de bloqueio funcional — a mitocôndria voltando a produzir ATP sem aperto.
Uma interrogação feita de pó de estrela. A pergunta ainda é o melhor instrumento clínico que existe: é ela que abre o que o exame sozinho não abre.
Da parede da caverna à pirâmide. O corpo que responde ao estresse hoje é o mesmo que atravessou tudo isso — a resposta é antiga; o ambiente é que mudou de forma.
85 publicações em revistas indexadas revisadas por pares, em ordem cronológica reversa. Cada tijolinho abre no link da própria autora — DOI ou página da revista.
Hauck S. · Terra de Oliveira L.
Simone Hauck · Luciana Terra de Oliveira
Laskoski PB et al.
Diefenthaeler SM et al.
Biolo A. et al.
Diefenthaeler SM et al.
Hauck S.
Hauck S. · de Oliveira LT
Diefenthaeler SM et al.
Ornell F. et al.
Moser CM et al.
Diefenthaeler SM et al.
Laskoski P. et al.
Diefenthaeler SM et al.
Prates-Baldez D. et al.
Moser CM et al.
Spritzer DT et al.
Monteiro GMC et al.
Hauck S.
Arenas DL et al.
Moser CM et al.
Pacheco JPG et al.
Kalaitzaki A. et al.
Spritzer DT et al.
Bastos TM et al.
Arenas DL et al.
Carneiro Monteiro GM et al.
Schorr MT et al.
Spritzer DT et al.
Both LM et al.
Antonelli-Salgado T. et al.
Bezerra GP et al.
Severo CT et al.
Laskoski P. et al.
Monteiro GMC · Gabbard GO · Hauck S.
Moser CM et al.
Arenas DL et al.
Laskoski P. et al.
Moser CM et al.
Schorr MT et al.
Barros AJS et al.
Carneiro Monteiro GM · Baeza FLC · Hauck S.
Carneiro Monteiro GM et al.
Marcon G. et al.
Laskoski PB et al.
Laskoski PB et al.
Da Costa CP et al.
Hauck S. · Gabbard GO
Bastos T. et al.
Laskoski P. et al.
Hauck S. · Freitas LH
Barros AJS et al.
Teche SP et al.
Teche SP et al.
doi:10.4172/2329-6488.1000192
Sordi AO · Hauck S.
Pettenon M. et al.
Hauck S.
Kruel LRP et al.
Hauck S.
de Moura Silveira Jr E. et al.
Sordi AO · Manfro GG · Hauck S.
Eizirik CL et al.
Silveira Júnior E. de M. et al.
Organização, como editora da revista (RBP|CELG), de uma série de três números sobre o ensino da psicoterapia no Brasil.
Hauck S.
Hauck S. et al.
Silveira Júnior E. de M. · Hauck S.
Knijnik DZ et al.
Hauck S. et al.
Terra L. et al.
Knijnik DZ et al.
[Research in psychoanalysis and psychoanalytic psychotherapy: a new tool for the evaluation of adherence to the technique in studies of effectiveness]
Hauck S. et al.
Gomes FG et al.
Gomes FG et al.
Hauck S. et al.
Hauck S. et al.
Hauck S. et al.
Hauck S. et al.
Ferreira EB et al.
Hauck S. et al.
Helpem SC et al.
Schestatsky S. et al.
[Historical evolution of the concept of posttraumatic stress disorder]
Schestatsky S. et al.
Jakobson V. et al.
Lara DR et al.
Mossmann DF et al.
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